segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Rede sem fio na velocidade da luz???

Robô Curiosidade enfrenta problemas ao chegar a Marte

Muitos viram no último domingo, 05 de agosto de 2012, falando-se sobre a nova exploração do "planeta vermelho", Marte. Um jipe que deram o nome de Curiosity, que significa Curiosidade em português, para coletar algumas informações geológicas daquele planeta, onde vai ficar dois anos, isso de planeta Terra, fazendo essas análises e enviando informações. Diga agora, quem não ficou impressionado com as tecnologias empregadas nesse projeto, um projeto que custou na faixa de 5 bilhões de reais para a empresa espacial NASA, tal que utilizou parcerias com a ESA, no sentido de utilizar um de suas sondas espaciais para retransmitir informações com relação aos "sete minutos de terror", que era a parte mais complexa, a aterrissagem.
Como vimos amistosas tecnologias foram empregadas, fora os cálculos na rota de sua chegada em Marte até a programação de inteligência artificial do Curiosity. Foi explanado sobre tantas tecnologias, que pode até passar desapercebido para outros, mas não para acadêmicos e profissionais da área de TI, o fato da transmissão dos dados só chegarem ao processamento da NASA (à Terra) com 13 minutos de atrasos. Isso impressiona, pois como montar uma rede sem fio de comunicação com taxa de transferência a velocidade da luz?
É justamente o que acontece com esse pequeno equipamento que nesse momento está explorando Marte e é o que me intriga nesse momento a perguntar, por que ainda temos redes sem fio à taxas de transferências de 150Mbps, 300Mbps (mais comuns). Não sei o que ocorre, vejo várias outras tecnologias que surgem, mas não chegam. pergunta-se: Quando pode-se esperar uma rede via rádio frequência a 7Gbps (velocidade da luz) em um lugar como o Brasil, em um lugar como o Nordeste, em um lugar como o Maranhão, em um lugar como Açailândia-MA (interior a 250 Km da capital São Luis).
Acredito não ser tão difícil e complicado fazer um sinal navegar na mesma velocidade dos sinais de rádio que escutamos nos lugares mais remotos e isolados do Brasil, basta apenas trocar o modulador, que ao invés de transmitir os sinais comummente transmitidos passaria a lançar os sinais de rede sem fio, fazendo assim um grande Access Point.

Windows 8, o que se esperar?

Neste post vou tratar basicamente da versao beta da  nova menina dos olhos da microsoft, o Windows 8.
Essa nova versão desse sistema operacional vem em uma época um pouco conturbada para uma das maiores empresas de softwares, digo "uma das maiores", pois no momento não temos só desktops nas casas das pessoas, pois assim se fosse diria que seria "a maior", entretanto temos visto que os dispositivos móveis estão tomando conta do mercado, tanto das classes altas, tanto quanto, ou até mais, na classe média. Certo de que essa versão está chegando para saciar uma necessidade justamente no mercado que mais cresce e dissemina, dispositivos móveis.
A funcionalidade de tratar um sistema de celular, tablet e desktops (ou notebooks), como se fosse apenas um, tem sido o desafio da empresa microsoft, contudo, aparentemente irá conseguir com essa versão 8.
Seu menu na versão desktop muito se parece com menus já acostumados a ver em celulares com sistemas Android (da Google) e IOS(da Apple), entretanto pode ser alterado para o amistoso e velho modelo clássico utilizado no windows 7, que diga-se  de passagem foi e ainda é o melhor sistema operacional da Microsoft, digo isso, pois até o momento não está disponível a venda o windows 8. O que o vai tornar melhor do que o windows 7, vai ser a sua capacidade de comunicar com dispositivos tipo Nexus, que vem com o sistema windows 8. Então, a facilidade de um ambiente de trabalho já habituado para milhões de pessoas como é o windows+integração com dispositivos móveis (celular e tablets) vai ser "uma mão na roda". Pode-se integrar várias coisas, tipo conta de email, área de trabalho, conexão remota, dentre outras que vão deixar poderoso seu conjunto de dispositivos com um só aplicativo.
O mundo, a tempos, caminha para uma integração de se ter vários dispositivos e apenas um sistema operacional para eles, a microsoft saiu atrás, mas será que vai usar todo o seu mercado que ainda tem nos desktops para mudar essa situação atual, que é predominada pelo Android da Google, isso é o que vamos ver com o passar do tempo, não esquecendo de quem sempre tem produtos inovadores e puxa a idéia do mercado de inovações, a Aplle.